Serviço · Tráfego pago
Google Ads e Meta Ads para negócio local, com geolocalização de verdade e medição de onde veio cada contato. Sem métrica de vaidade e sem relatório que ninguém lê.
São dois jogos diferentes. No Google, você aparece para quem já está procurando — é busca com intenção: a demanda existe e você disputa quem atende. No Meta, você interrompe quem não estava procurando nada — a demanda você cria. O primeiro costuma custar mais por clique e menos por cliente. O segundo é mais barato para aparecer e mais caro para converter.
Para a maioria dos negócios locais que atendemos, começar pelo Google e só depois abrir o Meta é o caminho que erra menos. Serviço de urgência — chaveiro, dentista de dor, conserto — praticamente só faz sentido no Google. Produto de desejo e ticket parcelável rende no Meta. Quem inverte isso paga a conta do aprendizado.
A configuração padrão do Google Ads inclui "pessoas com interesse na sua região" — o que significa gastar com gente de outro estado pesquisando sobre Santo André. É o vazamento mais comum e o mais fácil de resolver: presença física, raio definido, e exclusão do que não é atendível.
Para negócio local, raio de dois a cinco quilômetros com lance ajustado por bairro costuma render mais do que a cidade inteira com verba distribuída no automático. Menos gente, mais gente certa.
Não prometemos posição, número de leads nem retorno em prazo fechado — quem promete está chutando ou está mentindo, e nos dois casos o cliente paga. O que dá para garantir é método: configuração correta, medição honesta, revisão frequente e a decisão de cortar rápido o que não anda.
Também não faz sentido subir campanha para um destino quebrado. Se o site demora a abrir ou o WhatsApp não é respondido, o anúncio só acelera a perda. Nesse caso a gente diz isso antes de vender mídia — arrumar o destino costuma vir primeiro.
São dois valores separados, e confundi-los é o mal-entendido mais comum: a verba de mídia, que vai para o Google ou para a Meta, e a gestão, que é o nosso trabalho. A verba não é chute — definimos juntos, com base no estudo do seu caso. A gestão de tráfego entra no Presença 360, que custa R$ 1.200 por mês, ou é orçada dentro de um projeto. Os preços estão publicados em serviços e preços.
Não existe número universal, e quem dá um está chutando. O piso real sai de um estudo do seu caso: quanto vale um cliente para você e quantos contatos costumam custar um fechamento. Verba pequena demais não erra por ser pequena — erra por não gerar dado suficiente para decidir o que desligar.
Clique aparece no primeiro dia; resultado confiável, não. Campanha nova passa por uma fase de aprendizado — o Google pede duas semanas no mínimo, e na prática leva de duas a seis até estabilizar; no Meta, o conjunto precisa de cerca de cinquenta conversões por semana. Julgar antes disso é decidir no ruído.
Depende do que você vende. No Google você aparece para quem já está procurando: busca com intenção, demanda que já existe. No Meta você interrompe quem não procurava nada. Urgência — chaveiro, dentista de dor, conserto — só faz sentido no Google. Produto de desejo com ticket parcelável rende no Meta. Para negócio local, começar pelo Google erra menos.
Não, e desconfie de quem garante. Posição e volume dependem de leilão, concorrência e sazonalidade — ninguém controla isso. O que dá para garantir é método: configuração correta, geolocalização sem vazamento, medição honesta de contato por origem, revisão frequente e a decisão de cortar rápido o que não anda.
Estas são as perguntas próprias desta página. As gerais — como começa, quais cidades, como cobramos, o que fazemos com seus dados — estão em perguntas frequentes.
Conversa inicial sem custo. Traga o que você vende e quanto vale um cliente para você; a gente diz se tráfego pago é o próximo passo — e diz também quando não é.
Gestão de tráfego para Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, a capital e, remotamente, o Brasil inteiro.