Santo André · SP
Você atende quem entra na sua loja; a gente cuida do tráfego pago, da marca, do site e do conteúdo. Somos de Santo André e trabalhamos com quem vende aqui — e os sistemas que você usa com a gente são feitos aqui dentro, não revendidos de terceiro.
Marketing para negócio local não é marketing genérico com o nome da cidade no anúncio. Quem vende em Santo André disputa atenção num raio curto: o cliente que procura no celular quer resolver hoje, perto de onde está, e decide em minutos. Isso muda tudo — o canal, a mensagem, a velocidade da resposta e, principalmente, o que vale a pena medir.
Uma campanha que traz mil cliques da cidade inteira e nenhuma ligação é pior do que trinta cliques do bairro certo que viram cinco conversas no WhatsApp. Esse é o tipo de escolha que só faz sentido quando quem opera conhece a praça — sabe que o comércio do Centro não se comporta como o de Utinga, e que o público do Shopping ABC não é o mesmo da Vila Assunção.
Quanto custa cada uma delas está em serviços e preços: dois produtos com valor publicado, e o critério de quando não há tabela.
Quase toda agência revende ferramenta de terceiro e chama isso de tecnologia. Quando o número de que você precisa não está no relatório padrão, ela explica por que não dá. Aqui o software é da casa — o Braxis Hub, nosso CRM para quem vende serviço, e MarqueCorte e StockFi, os dois em white-label.
A consequência aparece na sua conta: quando o dado de que você precisa não existe no relatório padrão, a gente cria o relatório. Quando o fluxo trava numa etapa, a gente mexe no produto em vez de te mandar um manual pedindo para contornar.
Conversa inicial sem custo, pelo WhatsApp ou presencial — estamos na cidade. Você mostra onde está hoje: o que já tentou, o que funcionou, quanto entra de cliente novo e por onde. A gente aponta o que faria primeiro e por quê, mesmo que não feche nada.
Se quiser chegar na conversa com o dever de casa feito, o checklist de 27 pontos está publicado inteiro, de graça e sem cadastro. É a mesma lista que usamos antes de propor qualquer coisa.
Não publicamos tabela porque o preço muda com o escopo: um site é projeto fechado, tráfego pago tem gestão mensal mais a verba de mídia, e social media depende da frequência. Na conversa inicial, sem custo, você sai com uma faixa de valor para o seu caso — não com uma proposta genérica.
Depende do canal. Tráfego pago é o mais rápido, mas não é instantâneo: campanha nova passa por uma fase de aprendizado de duas a seis semanas até estabilizar. Presença local e busca orgânica trabalham em outra escala — de três a seis meses. São ativo, não torneira. Quem promete primeira página em um mês está chutando.
Somos daqui, e isso muda o trabalho. Saber que o comércio do Centro não se comporta como o de Utinga, e que o público do Shopping ABC não é o da Vila Assunção, é o que separa uma campanha de bairro de uma campanha da cidade inteira no automático. Reunião presencial é opção, não exigência.
Não necessariamente. Em muitos negócios o primeiro ganho não custa mídia: perfil do Google correto, site que abre rápido no celular e resposta em minutos no WhatsApp. Anúncio para um destino quebrado só acelera a perda. Se for o seu caso, a gente diz isso antes de vender mídia.
Estas são as perguntas próprias desta página. As gerais — como começa, quais cidades, como cobramos, o que fazemos com seus dados — estão em perguntas frequentes.
Você mostra onde está, a gente aponta o que faria primeiro. Sem proposta empurrada e sem reunião de uma hora para dizer o que cabe em dez minutos.
Atendemos presencialmente Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, além da capital — e remotamente o Brasil inteiro. A reunião presencial é uma opção, não uma exigência.